Estou neste canto: Neste encanto (?)

Olho por um momento no exterior de palpebras autônomas em um olhar profano durante um nirvana. Há uma voz que expressa meu nome com a mesma divindade de seu próprio tom de pele. Seu encanto me leva a lugares breves, no mesmo modo em que sua voz me afoga numa leve insônia passageira. A sensação prossegue exalando todos os tempos desde sua preciosa foz. Quem somos nós? Estou neste canto: Neste encanto (?) O abajur, calmo e sonolento, esquece sua função por um momento. O ar não é mais respirado, e oblitera-se que apenas é nosso maior detento. Meu violão é cego e eu mouco, eu até posso blefar, És bem-vinda em meu mundo, consegui conciliar. .